‘Piano Mecânico’: ácida distopia de 1952 explora paranoias ainda atuais

LIVRO – Piano Mecânico, de Kurt Vonnegut (tradução de Daniel Pellizzari; Intrínseca; 496 páginas; 69,90 reais e 44,90 em e-book) –//Divulgação

Imagine um mundo sem guerras, fome e em que o nível de QI define sua posição social. O cenário aparentemente utópico é base deste ácido romance de 1952, que acaba de ganhar nova edição. Após a III Guerra Mundial, os Estados Unidos eliminaram as mazelas sociais e o domínio das máquinas é ilimitado. Mas, ao perceber o outro lado do sistema, o engenheiro Paul Proteus se choca e se transforma. Pautado pelas ansiedades do pós-guerra, o autor americano explora paranoias sobre o controle tecnológico que se revelam deveras vivas no mundo de hoje.

 

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