Do Egito Antigo a John Lennon: 5 mostras para visitar na volta dos museus

Com a chegada da fase verde na cidade de São Paulo, nessa semana, os museus e centros culturais retomaram suas atividades, seguindo o mesmo caminho de outras metrópoles nacionais, como o Rio de Janeiro, e de países como a Itália e a França. Abaixo, a equipe de VEJA listou cinco exposições que valem a visita – com toda segurança, claro.

OSGEMEOS: Segredos
Onde: Pinacoteca de São Paulo

Os Gêmeos ao lado da obra Octógono, em exposição na Pinacoteca de São PauloLevi Fanan/Divulgação

A Pinacoteca de São Paulo reabriu na quinta-feira, 15 de outubro. A atração principal é a primeira exposição panorâmica da dupla OsGemeos, os irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo. Os artistas de rua brasileiros são conhecidos pelos desenhos que tomam o hip hop como inspiração, e já estamparam até mesmo os famosos telões eletrônicos da Times Square, em Nova York. Entre pinturas, esculturas e intervenções, a exposição conta com 60 trabalhos dos irmãos, 50 deles inéditos ou nunca exibidos no país. Quem correr, pode reservar os ingressos no site da instituição e conferir a mostra de graça até o dia 23 de outubro. O tempo de permanência no local é de 1 hora, com uso de máscara obrigatório, e o fluxo será direcionado pelos atendentes para evitar aglomerações.

Egito Antigo: Do Cotidiano à Eternidade
Onde: CCBB São Paulo

Peças expostas na mostra Egito Antigo: do Cotidiano à EternidadeCCBB/Divulgação

O CCBB voltará a receber o público nesta sexta-feira, 16, com visitações agendadas para a mostra Egito Antigo: do Cotidiano à Eternidade. A coleção, que reúne 140 peças oriundas do Museu Egizio, da cidade italiana de Turim, promove a imersão dos visitantes na história e cultura de uma das civilizações mais antigas da humanidade, transitando entre arte, religião e política. Para conferir a mostra em segurança, os visitantes terão de reservar os ingressos no site, que permite até dois tickets por CPF. A entrada dá direito a 45 minutos de visitação, que seguirá um fluxo pré-determinado para garantir o distanciamento social, além do uso de máscara obrigatório e aferição de temperatura antes da entrada.

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Ivan Serpa: A Expressão do Concreto
Onde: CCBB RJ, no Rio de Janeiro

Ivan Serpa, Cabeça, 1964<br />Têmpera e óleo sobre telaJaime Acioli/ Coleção Família Serpa/Divulgação

Aberto ao público desde o dia 16 de setembro, o CCBB RJ retomou a mostra Ivan Serpa: A Expressão do Concreto, que reúne mais de 200 trabalhos, oriundos de diversos acervos públicos e privados, de várias fases da carreira do pintor carioca, um dos principais artistas do modernismo brasileiro. A exposição fica em cartaz até o dia 26 de outubro, e é preciso reservar ingresso no site para a visitação, que tem duração de uma hora e meia. O uso de máscaras é obrigatório, assim como a medição de temperatura e o respeito ao fluxo de visitação, que segue uma ordem pré-definida pelo museu.

Trisha Brown: Coreografar a Vida
Onde: MASP, em São Paulo

Trisha Brown em ‘Locus’, 1975Jack Mitchell/MASP/Divulgação

Fechado desde o dia 16 de março, o Masp reabriu as portas na terça-feira, 13, e uma de suas atrações é a primeira mostra brasileira dedicada integralmente a Trisha Brown, coreógrafa e bailarina americana, que integrou o movimento de dança pós-moderna em Nova York, e fundadora da companhia que carrega seu nome. A mostra inclui trabalhos produzidos entre 1963 e 2005, entre fotografias, partituras e filmes de coreografias interpretadas por Trisha e sua companhia, fundada em 1970. O museu funciona de terça à sexta, das 13h às 19h, e de sábado e domingo, das 10h às 16h. Na visita, o uso de máscaras é obrigatório, assim como a medição da temperatura e o respeito ao distanciamento social. A bilheteria segue fechado e os ingressos devem ser adquiridos online.

John Lennon em Nova York por Bob Gruen
Onde: MIS, em São Paulo

John Lennon em Nova York por Bob Gruen –Bob Gruen/Divulgação

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo reabre nesta sexta-feira, 16, com a exposição de fotos de Bob Gruen inaugurada em 13 de março de 2020, e que foi suspensa apenas quatro dias depois por causa da pandemia. A mostra vai até o dia 31 de janeiro de 2021. Gruen se tornou fotógrafo de John Lennon em 1971, além de amigo pessoal de Yoko Ono. O profissional, então, passou a acompanhar a vida do casal, fazendo imagens icônicas do artista, como aquela em que Lennon surge em frente da Estátua da Liberdade fazendo o sinal de Paz e Amor com os dedos. A exposição é dividida cronologicamente em sete áreas e tem curadoria do jornalista Ricardo Alexandre. As imagens passam por Nova York, Los Angeles (quando Lennon ficou separado de Yoko) e em casa, à época do nascimento do segundo filho do ex-beatle, Sean. No primeiro momento, a exposição fica aberta de sexta a domingo, em horário reduzido das 12h às 18h, e com capacidade de 60%, em conformidade com as orientações sanitárias. Os ingressos devem ser comprados antecipadamente no site da Sympla. Pessoas do grupo de risco têm entrada preferencial no primeiro horário (meio-dia).

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