Governança e compliance no setor funerário tornaram-se pilares estratégicos para empresas que desejam crescer com segurança e credibilidade. Para Tiago Schietti, a adoção de boas práticas de governança corporativa fortalece a gestão, reduz riscos regulatórios e amplia oportunidades ligadas ao planejamento urbano e à expansão de cemitérios.
O setor funerário deixou de operar apenas com foco operacional e passou a incorporar estruturas formais de controle, transparência e responsabilidade. Neste artigo, você verá como governança e compliance influenciam resultados financeiros, atraem investidores e sustentam projetos de expansão. Se a intenção é consolidar crescimento sólido e sustentável, vale aprofundar o tema.
O que significa governança e compliance no setor funerário?
Governança e compliance no setor funerário envolvem a criação de regras claras, processos internos estruturados e mecanismos de controle que garantem conformidade legal e ética. Isso inclui desde a regularização ambiental de cemitérios até a transparência contratual na venda de planos funerários.
Conforme Tiago Schietti explica, a governança não se limita à formalização de documentos. Ela estabelece responsabilidades, define fluxos decisórios e assegura que a empresa atue de forma alinhada às normas municipais, estaduais e federais. Essa estrutura reduz vulnerabilidades e fortalece a imagem institucional.
Por que a governança é decisiva para investidores?
Investidores analisam previsibilidade, segurança jurídica e capacidade de gestão antes de alocar recursos. Empresas que adotam governança estruturada transmitem maior confiabilidade e reduzem a percepção de risco.
A transparência financeira, aliada a controles internos eficientes, facilita auditorias e análises de viabilidade. Isso se torna ainda mais relevante quando o empreendimento envolve expansão de cemitérios ou aquisição de novas áreas, processos que exigem licenciamento e conformidade ambiental rigorosa.

Como destaca Tiago Schietti, a governança também impacta a sucessão empresarial e a continuidade do negócio. Estruturas bem definidas evitam conflitos internos e garantem estabilidade no longo prazo, aspecto valorizado por investidores institucionais.
Planejamento urbano e expansão de cemitérios exigem compliance rigoroso?
Planejamento urbano e expansão de cemitérios dependem diretamente de conformidade regulatória. A instalação ou ampliação de um cemitério envolve licenças ambientais, estudos de impacto e adequação ao plano diretor municipal.
O alinhamento prévio com as diretrizes urbanísticas reduz atrasos e custos inesperados. Empresas que estruturam processos de compliance desde a fase de estudo de viabilidade conseguem antecipar exigências legais e adaptar projetos com maior agilidade.
Quais práticas fortalecem governança e compliance no setor funerário?
A implementação de boas práticas exige comprometimento da liderança e cultura organizacional orientada por responsabilidade. Não se trata apenas de cumprir exigências formais, mas de consolidar um padrão ético consistente.
Entre as principais práticas recomendadas, destacam-se:
- Implantação de código de conduta e políticas internas claras;
- Auditorias periódicas financeiras e operacionais;
- Controle rigoroso de contratos e documentação ambiental;
- Treinamento contínuo das equipes sobre normas regulatórias;
- Monitoramento de indicadores de desempenho e riscos.
Essas ações estruturam o negócio e reduzem as vulnerabilidades. De acordo com Tiago Schietti, a governança eficiente transforma o compliance em vantagem competitiva, não apenas em obrigação legal.
Governança influencia a sustentabilidade econômica do setor?
A sustentabilidade econômica depende de previsibilidade e gestão responsável. Governança e compliance no setor funerário contribuem para estabilidade financeira ao minimizar multas, litígios e interrupções operacionais.
Segundo Tiago Schietti, empresas organizadas conseguem planejar investimentos com maior segurança. Isso inclui expansão de cemitérios, modernização de estruturas e diversificação de serviços, sempre com respaldo jurídico e regulatório.
Além do mais, a cultura de conformidade fortalece a reputação institucional. Em um setor sensível como o funerário, credibilidade e confiança são ativos intangíveis que impactam diretamente nos resultados econômicos.
Governança como base para crescimento estruturado
Governança e compliance no setor funerário deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos fundamentais para competitividade. A profissionalização da gestão amplia a segurança, fortalece a imagem institucional e cria condições favoráveis para expansão planejada.
O alinhamento entre planejamento urbano, conformidade regulatória e estratégia empresarial transforma desafios em oportunidades estruturadas. Investidores buscam negócios que combinem estabilidade operacional com visão de longo prazo.
Em conclusão, consolidar governança sólida não é apenas medida preventiva, mas estratégia de crescimento sustentável. No setor funerário, responsabilidade e eficiência caminham juntas, sustentando projetos de expansão e valorização no médio e longo prazo.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez